Informamos aos inscritos no Curso de Tecnologias da Educação, ensinando e aprendendo com as TIC, que as aulas terão início dia 12 de setembro de 2009, sábado, às 14h, no nosso laboratório de Informática.
Wilson - Gestor
professores inscritos
Rosa Leal, Kátia Cilene, Socorro Souza, Rafaely Normando, Eliete Maia, Lourdes Maciel, Edileuza Cavalcante, Celene Barros, Cristiane Neres, Emerson Machado, Vanderley Rocha, Raimunda Almeida e eu mesmo. kkkkkk
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Ibope, Globo, Folha e a metodologia do golpismo
Desde as eleições presidenciais de 1989, os “magos” de institutos de pesquisa são tratados pela grande imprensa como grãos-senhores da opinião pública, cientistas políticos dotados do preceito positivista da infalibilidade. Era de se esperar que os especialistas adulados soubessem que cair no canto da sereia midiática pode conduzir suas naus à boca do Adamastor ou espalhar-se no invisível Cabo das Tormentas.
A entrevista concedida pelo presidente do Ibope Carlos Augusto Montenegro à revista Veja (edição 2127, de 26/8/2009) bate de frente com o rochedo da verdade, lançando uma nuvem de suspeita sobre os rigores científicos de futuras pesquisas, seus modelos matemáticos e estatísticos.
Ao afirmar que “sem o surgimento de novas lideranças no PT e com a derrocada de seus principais quadros, o presidente se empenhou em criar um candidato, que é a Dilma Rousseff. Mas isso ocorreu de maneira muito artificial. Ela nunca disputou uma eleição, não tem carisma, jogo de cintura nem simpatia”, Montenegro incorreu em erro primário. Ou o narcisismo excedeu os limites toleráveis, ou a má-fé já não se preocupa em vestir disfarces.
Um “pesquiseiro” pode ter uma expectativa a priori sobre os resultados (ou ninguém testaria hipóteses) e expô-la ao cliente – confidencialmente. Até deve, se achar que não é recomendável gastar tempo, dinheiro e esforço com pesquisa redundante. Mas não é disso que tratamos. É de coisa bem distinta. É do que diz o presidente de uma instituição com conhecidos vínculos com corporações midiáticas a uma revista que não esconde o protofascismo de sua linha editorial.
Dados, só com sondagem realizada
Ao emitir juízo de valor sobre a ministra Dilma que, apesar das evidências, ainda não confirmou sua pré-candidatura, o analista incorreu em duplo erro: ético e metodológico. Quando diz que Dilma não dispõe de carisma, simpatia ou jogo de cintura, Montenegro parece ter se esquecido que sua empresa vai ser solicitada a fazer pesquisa de opinião sobre o objeto dos comentários. Suas afirmações podem criar uma pré-percepção de predisposição. O que, convenhamos, é um desastre para a credibilidade do grupo que preside.
Em outro trecho, quando perguntado pelo jornalista Alexandre Oltramari sobre as possibilidades das candidaturas aventadas até o momento, o economista, habituado a realizar pesquisas em diversos setores, vaticina: “Faltando um ano para as eleições, o governador de São Paulo, José Serra, lidera as pesquisas. Ele tem cerca de 40% das intenções de voto. Em 1998, também faltando um ano para a eleição, o líder de então, Fernando Henrique Cardoso, ganhou. Em 2002, também um ano antes, Lula liderava – e venceu. O mesmo aconteceu em 2006.”Lorota. Em 1994, pesquisa sobre intenção de voto do Datafolha dava 41% para Lula contra 19% para FHC. O tucano ganhou o pleito no primeiro turno. Em 1998 e 2006 tivemos reeleições e os favoritos eram os candidatos a elas, respectivamente FHC forte (cf. “estelionato cambial”) e Lula, se não diretamente enfraquecido, pelo menos alvejado pelo “mensalão”. Coisa bem diferente de agora.Montenegro deveria saber que só tem que apresentar dados em cima de um parecer quantitativo que foi extraído de sondagem efetivamente realizada. Do contrário, como faz nessa entrevista, parece querer induzir futura pesquisa ou dar uma opinião pessoal, já dizendo, mesmo antes de fazê-la, qual vai ser o resultado. Conspiracionismos à parte, algo soou estranho nas “amarelinhas” da revista dos Civita.
Uma notinha indispensável
Nossa grande imprensa progride. Já havia abandonado a verdade factual para fazer campanha. Agora, faz pouco da verdade textual também.
A Folha de S.Paulo (“Apoio de petistas a Sarney é insustentável, diz Marina”, 23/08, página A4) falseia (deliberadamente?) as palavras da senadora Marina Silva.Diz o texto de Marta Salomon: “[Marina Silva] lançou mão de personagens da Bíblia para comparar a candidatura Dilma Rousseff e uma candidatura pelo PV à luta entre o gigante Golias e Davi.” Diz a senadora: “(...) não imagino que a candidatura do PT é Golias e nem tenho a pretensão de ser o Davi (...).” Portanto, e ao contrário do afirmado no texto redacional, a senadora “lança mão de personagens da Bíblia” para expor como descabida tal comparação.
O Globo já foi obrigado, no sábado [22/8], a se retratar pela manchete falsa da véspera, denunciada pela senadora no plenário do Senado, com transmissão ao vivo pela emissora da Casa. A Folha, que tem por política não se retratar de falsidades, vai esperar também ser – merecidamente – denunciada de público?
A profissão de fé jornalística nunca esteve tão em alta.
Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador da Hora do Povo e do Observatório da Imprensa
A entrevista concedida pelo presidente do Ibope Carlos Augusto Montenegro à revista Veja (edição 2127, de 26/8/2009) bate de frente com o rochedo da verdade, lançando uma nuvem de suspeita sobre os rigores científicos de futuras pesquisas, seus modelos matemáticos e estatísticos.
Ao afirmar que “sem o surgimento de novas lideranças no PT e com a derrocada de seus principais quadros, o presidente se empenhou em criar um candidato, que é a Dilma Rousseff. Mas isso ocorreu de maneira muito artificial. Ela nunca disputou uma eleição, não tem carisma, jogo de cintura nem simpatia”, Montenegro incorreu em erro primário. Ou o narcisismo excedeu os limites toleráveis, ou a má-fé já não se preocupa em vestir disfarces.
Um “pesquiseiro” pode ter uma expectativa a priori sobre os resultados (ou ninguém testaria hipóteses) e expô-la ao cliente – confidencialmente. Até deve, se achar que não é recomendável gastar tempo, dinheiro e esforço com pesquisa redundante. Mas não é disso que tratamos. É de coisa bem distinta. É do que diz o presidente de uma instituição com conhecidos vínculos com corporações midiáticas a uma revista que não esconde o protofascismo de sua linha editorial.
Dados, só com sondagem realizada
Ao emitir juízo de valor sobre a ministra Dilma que, apesar das evidências, ainda não confirmou sua pré-candidatura, o analista incorreu em duplo erro: ético e metodológico. Quando diz que Dilma não dispõe de carisma, simpatia ou jogo de cintura, Montenegro parece ter se esquecido que sua empresa vai ser solicitada a fazer pesquisa de opinião sobre o objeto dos comentários. Suas afirmações podem criar uma pré-percepção de predisposição. O que, convenhamos, é um desastre para a credibilidade do grupo que preside.
Em outro trecho, quando perguntado pelo jornalista Alexandre Oltramari sobre as possibilidades das candidaturas aventadas até o momento, o economista, habituado a realizar pesquisas em diversos setores, vaticina: “Faltando um ano para as eleições, o governador de São Paulo, José Serra, lidera as pesquisas. Ele tem cerca de 40% das intenções de voto. Em 1998, também faltando um ano para a eleição, o líder de então, Fernando Henrique Cardoso, ganhou. Em 2002, também um ano antes, Lula liderava – e venceu. O mesmo aconteceu em 2006.”Lorota. Em 1994, pesquisa sobre intenção de voto do Datafolha dava 41% para Lula contra 19% para FHC. O tucano ganhou o pleito no primeiro turno. Em 1998 e 2006 tivemos reeleições e os favoritos eram os candidatos a elas, respectivamente FHC forte (cf. “estelionato cambial”) e Lula, se não diretamente enfraquecido, pelo menos alvejado pelo “mensalão”. Coisa bem diferente de agora.Montenegro deveria saber que só tem que apresentar dados em cima de um parecer quantitativo que foi extraído de sondagem efetivamente realizada. Do contrário, como faz nessa entrevista, parece querer induzir futura pesquisa ou dar uma opinião pessoal, já dizendo, mesmo antes de fazê-la, qual vai ser o resultado. Conspiracionismos à parte, algo soou estranho nas “amarelinhas” da revista dos Civita.
Uma notinha indispensável
Nossa grande imprensa progride. Já havia abandonado a verdade factual para fazer campanha. Agora, faz pouco da verdade textual também.
A Folha de S.Paulo (“Apoio de petistas a Sarney é insustentável, diz Marina”, 23/08, página A4) falseia (deliberadamente?) as palavras da senadora Marina Silva.Diz o texto de Marta Salomon: “[Marina Silva] lançou mão de personagens da Bíblia para comparar a candidatura Dilma Rousseff e uma candidatura pelo PV à luta entre o gigante Golias e Davi.” Diz a senadora: “(...) não imagino que a candidatura do PT é Golias e nem tenho a pretensão de ser o Davi (...).” Portanto, e ao contrário do afirmado no texto redacional, a senadora “lança mão de personagens da Bíblia” para expor como descabida tal comparação.
O Globo já foi obrigado, no sábado [22/8], a se retratar pela manchete falsa da véspera, denunciada pela senadora no plenário do Senado, com transmissão ao vivo pela emissora da Casa. A Folha, que tem por política não se retratar de falsidades, vai esperar também ser – merecidamente – denunciada de público?
A profissão de fé jornalística nunca esteve tão em alta.
Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador da Hora do Povo e do Observatório da Imprensa
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Major Olímpio alerta Marina que PV barganha princípios com José Serra
O deputado estadual Major Olimpio, que acabou de deixar o PV, alertou a ex-ministra do Meio Ambiente e senadora do PT, Marina Silva, que seu antigo partido tem “uma obediência cega ao Serra”.
“Marina, pense muito bem. Você tem uma história de vida… Os princípios do PV são fantásticos no papel, na conversa. Mas não são reais. Você não merece esse engodo”, disse ao ser indagado sobre a ida para o PV, cogitada pela senadora.
Segundo Olímpio, “logo no começo do mandato eu entendi. Meus sete colegas de bancada votaram em favor de vetos de Serra a projetos ambientais. Um deles era para a despoluição dos rios. Olha, eles se esqueceram até dos princípios ambientais”. O deputado entrou com um processo contra o partido para manter o cargo que seus eleitores, majoritariamente policiais, lhes deram. No processo, argumentou que foi censurado pelo partido em função das denúncias que fez ao governo Serra.
Entre elas a de que os helicópteros da Polícia Militar de São Paulo “viraram táxi-aéreo de “aspones” e secretários do governador”. “Para você ter uma idéia, houve um sábado [em 2007] que o Goldman [Alberto Goldman, vice-governador de São Paulo] pegou seus chinelinhos e seu cachorro e chamou um ‘táxi-aéreo do governo’, que era, na realidade, um helicóptero de resgates da PM, para ir passear em Campos do Jordão”.
fonte: HP
“Marina, pense muito bem. Você tem uma história de vida… Os princípios do PV são fantásticos no papel, na conversa. Mas não são reais. Você não merece esse engodo”, disse ao ser indagado sobre a ida para o PV, cogitada pela senadora.
Segundo Olímpio, “logo no começo do mandato eu entendi. Meus sete colegas de bancada votaram em favor de vetos de Serra a projetos ambientais. Um deles era para a despoluição dos rios. Olha, eles se esqueceram até dos princípios ambientais”. O deputado entrou com um processo contra o partido para manter o cargo que seus eleitores, majoritariamente policiais, lhes deram. No processo, argumentou que foi censurado pelo partido em função das denúncias que fez ao governo Serra.
Entre elas a de que os helicópteros da Polícia Militar de São Paulo “viraram táxi-aéreo de “aspones” e secretários do governador”. “Para você ter uma idéia, houve um sábado [em 2007] que o Goldman [Alberto Goldman, vice-governador de São Paulo] pegou seus chinelinhos e seu cachorro e chamou um ‘táxi-aéreo do governo’, que era, na realidade, um helicóptero de resgates da PM, para ir passear em Campos do Jordão”.
fonte: HP
sábado, 1 de agosto de 2009
Considerações sobre o trabalho com leitura nas diferentes disciplinas
Em todas as áreas é importante o professor realizar a leitura de textos de diferentes gêneros para os alunos. Podem ser textos expositivos sobre os conteúdos abordados ou textos de outros gêneros relacionados indiretamente aos conteúdos ou mesmo outros textos instigantes que o professor julgue interessante compartilhar com a turma.
Os gêneros expositivos são aqueles que pretendem fazer compreender um assunto, apresentar um tema novo, expor um conceito ou conclusão – neles o autor compartilha informações sobre um assunto que supõe desconhecido ou pouco familiar aos leitores, com as explicações necessárias para favorecer o entendimento do que é tratado. Os textos que nos habituamos a chamar de textos teóricos e a maioria dos que estão nos livros didáticos das diferentes disciplinas, e também nos paradidáticos, são textos predominantemente expositivos. Esta definição que você está lendo é um texto expositivo. Outros exemplos são: verbete de enciclopédia e de dicionário, resumo de textos explicativos, relato de experimento, resenha etc.
Em geral, nas escolas não é feito um trabalho específico com os procedimentos necessários para ler/estudar e escrever esses textos, que é o poderia ensinar os alunos a lidarem adequadamente com eles. Por essa razão, na versão preliminar das Orientações Curriculares elaboradas em 2009, tanto do Ensino Fundamental como do Ensino Médio, foram incluídas as propostas que estão transcritas nos quatro blocos a seguir.
1. Atividades de leitura de texto didático e outros textos expositivos:
- clarificação do propósito do estudo;
- levantamento dos conhecimentos prévios sobre o tema a partir da leitura do título/subtítulos;
- observação dos recursos utilizados para salientar ideias (negrito, itálico, disposição espacial, legendas de ilustrações, tabelas, quadros, notas de rodapé etc.);
- busca e identificação das ideias mais importantes, parágrafo a parágrafo;
- utilização de procedimentos de suporte para a síntese (sublinhar, tomar notas, levantar palavras-chave sob orientação do professor);
- verificação da própria compreensão e esclarecimento de dúvidas (relendo, perguntando, trocando ideias, buscando o dicionário etc.);
- organização da síntese (resumo ou, sob orientação do professor, esquema).
2. Atividades coordenadas pelo professor de análise de textos-síntese (resumos, esquemas), para discutir sua organização lógica, estrutura, clareza e, se necessário, complementá-los, reordená-los, corrigir informações de acordo com os textos-fonte.
3. Atividades sequenciadas de pesquisa, desenvolvidas no âmbito ou não de projetos:
- levantamento de conhecimentos prévios sobre o tema-base;
- levantamento, hierarquização e ordenação de questões a serem respondidas (roteiro prévio);
- planejamento dos passos do trabalho;
- estabelecimento dos grupos e decisões sobre os papéis a serem desempenhados por seus integrantes;
- seleção de fontes adequadas à pesquisa e consulta a índices e outros facilitadores de localização da informação;
- extração das informações pertinentes (respostas às questões iniciais e outras informações);
- produção de texto expositivo em que se articulem as informações selecionadas;
- compartilhamento e análise dos trabalhos.
4. Rodas de avaliação processual e final para troca de opiniões sobre:
- o estudo em realização/realizado;
- as informações a obter/obtidas;
- o interesse provocado;
- as possibilidades de desdobramento.
Os gêneros expositivos são aqueles que pretendem fazer compreender um assunto, apresentar um tema novo, expor um conceito ou conclusão – neles o autor compartilha informações sobre um assunto que supõe desconhecido ou pouco familiar aos leitores, com as explicações necessárias para favorecer o entendimento do que é tratado. Os textos que nos habituamos a chamar de textos teóricos e a maioria dos que estão nos livros didáticos das diferentes disciplinas, e também nos paradidáticos, são textos predominantemente expositivos. Esta definição que você está lendo é um texto expositivo. Outros exemplos são: verbete de enciclopédia e de dicionário, resumo de textos explicativos, relato de experimento, resenha etc.
Em geral, nas escolas não é feito um trabalho específico com os procedimentos necessários para ler/estudar e escrever esses textos, que é o poderia ensinar os alunos a lidarem adequadamente com eles. Por essa razão, na versão preliminar das Orientações Curriculares elaboradas em 2009, tanto do Ensino Fundamental como do Ensino Médio, foram incluídas as propostas que estão transcritas nos quatro blocos a seguir.
1. Atividades de leitura de texto didático e outros textos expositivos:
- clarificação do propósito do estudo;
- levantamento dos conhecimentos prévios sobre o tema a partir da leitura do título/subtítulos;
- observação dos recursos utilizados para salientar ideias (negrito, itálico, disposição espacial, legendas de ilustrações, tabelas, quadros, notas de rodapé etc.);
- busca e identificação das ideias mais importantes, parágrafo a parágrafo;
- utilização de procedimentos de suporte para a síntese (sublinhar, tomar notas, levantar palavras-chave sob orientação do professor);
- verificação da própria compreensão e esclarecimento de dúvidas (relendo, perguntando, trocando ideias, buscando o dicionário etc.);
- organização da síntese (resumo ou, sob orientação do professor, esquema).
2. Atividades coordenadas pelo professor de análise de textos-síntese (resumos, esquemas), para discutir sua organização lógica, estrutura, clareza e, se necessário, complementá-los, reordená-los, corrigir informações de acordo com os textos-fonte.
3. Atividades sequenciadas de pesquisa, desenvolvidas no âmbito ou não de projetos:
- levantamento de conhecimentos prévios sobre o tema-base;
- levantamento, hierarquização e ordenação de questões a serem respondidas (roteiro prévio);
- planejamento dos passos do trabalho;
- estabelecimento dos grupos e decisões sobre os papéis a serem desempenhados por seus integrantes;
- seleção de fontes adequadas à pesquisa e consulta a índices e outros facilitadores de localização da informação;
- extração das informações pertinentes (respostas às questões iniciais e outras informações);
- produção de texto expositivo em que se articulem as informações selecionadas;
- compartilhamento e análise dos trabalhos.
4. Rodas de avaliação processual e final para troca de opiniões sobre:
- o estudo em realização/realizado;
- as informações a obter/obtidas;
- o interesse provocado;
- as possibilidades de desdobramento.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Mídia dá espaço para Daniel Dantas atacar e caluniar a Justiça e a PF
A “Folha de S. Paulo” e a revista “Veja” abriram suas páginas para Daniel Dantas - condenado a 10 anos de prisão por tentativa de suborno e denunciado por sete crimes, entre os quais formação de quadrilha e lavagem de dinheiro – caluniar, atacar e desacreditar a Justiça e a Polícia Federal, responsáveis por sua condenação e prisão.
A Folha publicou uma entrevista de página inteira na edição de sábado (25) com Dantas dizendo que “existia dinheiro da Brasil Telecom pagando agentes que trabalhavam na Operação Satiagraha”. Daniel Dantas tentou desacreditar ainda a investigação da Polícia Federal, alegando que possuía provas de suborno aos agentes, mas que só revelaria no que chamou de “momento adequado”. “Tenho informações e provas de que tem dinheiro da Brasil Telecom alimentando a Operação Satiagraha”, disse. E sobrou também para o Congresso: “Tenho também informações de que a Brasil Telecom andou pagando congressistas para me incluir no relatório da CPI, pedindo meu indiciamento”.
Ele também atacou o juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, onde se localizam os processos oriundos da Satiagraha. “Arranjaram um juiz que de alguma forma achavam que tinha certa antipatia por empresários, ou coisa que o valha. Qual é risco (para seus adversários)? Os tribunais superiores? Qual é a vacina? Lançaram suspeita (sobre os tribunais)”, alegou.
Veja, por sua vez, saiu em defesa do quadrilheiro estampando em letras garrafais, numa página: “Mais calma, seu juiz”. Ela acusa o magistrado responsável pelo caso, Fausto De Sanctis, de estar sendo “açodado em condenar o banqueiro” e diz que o juiz decretar a dissolução “de um fundo gerido por seu banco é um risco ao sistema como um todo”. Em outras palavras, o velho terrorismo do “risco sistêmico” para manter o ilícito.
Daniel Dantas foi indiciado nas investigações por crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira, evasão de divisas e crime de formação de quadrilha e organização criminosa. No dia 16 de julho passado, a denúncia formulada contra ele pelo Ministério Público Federal foi aceita pela Justiça Federal de São Paulo.
O relatório da Satiagraha assinado pelo delegado Protógenes Queiroz, que prendeu o dono do Opportunity, afirma que a organização criminosa de Dantas manipula a mídia e compra jornalistas. O documento possui um capítulo inteiro sobre o envolvimento da mídia com Dantas. Segundo o relatório, a revista “Veja” está a serviço da quadrilha de Dantas. O documento cita nominalmente Diogo Mainardi e a “Veja” como colaboradores da organização criminosa. Em um trecho do relatório está escrito: “... recente artigo publicado no dia 12.04.2008, edição 2054, da própria revista Veja, elaborado por um dos jornalistas colaboradores dessa organização criminosa, Diogo Mainardi, sob o título ‘Entendeu, Tabatha’, eles retomaram algumas das práticas mais antigas e mais imundas do jornalismo, como a chantagem, a mentira, a propaganda do poder e a matéria paga”.
O documento se refere também à jornalista da “Folha”, Andréa Michael, como “integrante da organização criminosa”, “travestida de correspondente da jornal Folha de São Paulo na cidade de Brasília”. Andréa Michael foi autora de reportagem, em abril do ano passado, que antecipou, com exclusividade, a operação da PF. Em um diálogo descrito pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu blog, Andréa diz a Guilherme Henrique Sodré Martins (Guiga), membro do círculo íntimo de Daniel Dantas: “Avisa ao Daniel que tenho uma matéria de encomenda para ele”.
Estes órgãos e outros frequentemente estamparam em suas páginas matérias para desacreditar a Satiagraha e classificá-la como ilegal e anular todo o processo (o que era do interesse de DD), como o suposto envolvimento da Abin na investigação, o misterioso grampo no STF - que nunca foi divulgado o áudio - e outras matérias nesse sentido.
http://www.horadopovo.com.br/
A Folha publicou uma entrevista de página inteira na edição de sábado (25) com Dantas dizendo que “existia dinheiro da Brasil Telecom pagando agentes que trabalhavam na Operação Satiagraha”. Daniel Dantas tentou desacreditar ainda a investigação da Polícia Federal, alegando que possuía provas de suborno aos agentes, mas que só revelaria no que chamou de “momento adequado”. “Tenho informações e provas de que tem dinheiro da Brasil Telecom alimentando a Operação Satiagraha”, disse. E sobrou também para o Congresso: “Tenho também informações de que a Brasil Telecom andou pagando congressistas para me incluir no relatório da CPI, pedindo meu indiciamento”.
Ele também atacou o juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, onde se localizam os processos oriundos da Satiagraha. “Arranjaram um juiz que de alguma forma achavam que tinha certa antipatia por empresários, ou coisa que o valha. Qual é risco (para seus adversários)? Os tribunais superiores? Qual é a vacina? Lançaram suspeita (sobre os tribunais)”, alegou.
Veja, por sua vez, saiu em defesa do quadrilheiro estampando em letras garrafais, numa página: “Mais calma, seu juiz”. Ela acusa o magistrado responsável pelo caso, Fausto De Sanctis, de estar sendo “açodado em condenar o banqueiro” e diz que o juiz decretar a dissolução “de um fundo gerido por seu banco é um risco ao sistema como um todo”. Em outras palavras, o velho terrorismo do “risco sistêmico” para manter o ilícito.
Daniel Dantas foi indiciado nas investigações por crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira, evasão de divisas e crime de formação de quadrilha e organização criminosa. No dia 16 de julho passado, a denúncia formulada contra ele pelo Ministério Público Federal foi aceita pela Justiça Federal de São Paulo.
O relatório da Satiagraha assinado pelo delegado Protógenes Queiroz, que prendeu o dono do Opportunity, afirma que a organização criminosa de Dantas manipula a mídia e compra jornalistas. O documento possui um capítulo inteiro sobre o envolvimento da mídia com Dantas. Segundo o relatório, a revista “Veja” está a serviço da quadrilha de Dantas. O documento cita nominalmente Diogo Mainardi e a “Veja” como colaboradores da organização criminosa. Em um trecho do relatório está escrito: “... recente artigo publicado no dia 12.04.2008, edição 2054, da própria revista Veja, elaborado por um dos jornalistas colaboradores dessa organização criminosa, Diogo Mainardi, sob o título ‘Entendeu, Tabatha’, eles retomaram algumas das práticas mais antigas e mais imundas do jornalismo, como a chantagem, a mentira, a propaganda do poder e a matéria paga”.
O documento se refere também à jornalista da “Folha”, Andréa Michael, como “integrante da organização criminosa”, “travestida de correspondente da jornal Folha de São Paulo na cidade de Brasília”. Andréa Michael foi autora de reportagem, em abril do ano passado, que antecipou, com exclusividade, a operação da PF. Em um diálogo descrito pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, em seu blog, Andréa diz a Guilherme Henrique Sodré Martins (Guiga), membro do círculo íntimo de Daniel Dantas: “Avisa ao Daniel que tenho uma matéria de encomenda para ele”.
Estes órgãos e outros frequentemente estamparam em suas páginas matérias para desacreditar a Satiagraha e classificá-la como ilegal e anular todo o processo (o que era do interesse de DD), como o suposto envolvimento da Abin na investigação, o misterioso grampo no STF - que nunca foi divulgado o áudio - e outras matérias nesse sentido.
http://www.horadopovo.com.br/
terça-feira, 23 de junho de 2009
Mídia ataca Senado e sequer poupa Virgílio, que joga a culpa em Sarney por divulgação de desvios
A mídia chegou à conclusão de que, para fabricar uma nova crise, depois de frustrado o “escândalo” contra a Petrobrás, teria que rifar até mesmo os seus tradicionais apadrinhados do Senado. O alvo inicial de seu caso dos “atos secretos” era atingir o senador José Sarney (PMDB-AP), mas como o ex-presidente agiu e defendeu a honra da casa, para não perderem outra vez, saíram atirando em todas as direções.
Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM) foi o primeiro a sentir o “fogo amigo” da mídia que tanto acoberta a atuação dos tucanos. As notícias deram conta de que a mãe do senador teria recebido tratamento médico com despesas pagas pelos cofres do Senado. A revelação criou mal-estar entre os integrantes da casa e o tucano correu para a tribuna para dizer que estava sendo vítima de chantagem. Falou muito, acusou meio mundo, mas não explicou nada sobre o tratamento de sua progenitora. Aliás, não desmentiu a notícia. O máximo que conseguiu dizer é que isso era “informação” que foi vazada para a imprensa.
Mas o “fogo” não parou por aí. O tucano teve que explicar ainda a contratação do professor de jiu-jítsu, Oswaldo Alves, como funcionário de seu gabinete. Lá estava ele de novo na tribuna tentando justificar outra irregularidade. “Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa”, disse Virgílio. “É perfeitamente normal incluir em minha assessoria parlamentar um lutador de jiu-jítsu”, prosseguiu. “O professor Oswaldo Alves é uma das figuras mais respeitadas de Manaus, de interlocução com a juventude”, argumentou o senador tucano, sem negar que o contratou. Garantiu de pés juntos que Oswaldo não é seu “personal trainer” e que o lutador, apesar de contratado no seu gabinete, “presta seus serviços” muito longe dali. “No estado do Amazonas”, emendou.
Mas o pior ainda estava por vir. Outra “notícia” dava conta de que o mesmo senador Virgílio se valeu de um empréstimo do Senado da República para pagar sua hospedagem e de sua família num hotel em Paris, durante um passeio de férias realizado na Europa. O tucano tentou justificar dizendo que teve um problema com seu cartão de crédito e pediu a um amigo, que era funcionário do Senado, que o ajudasse para conseguir pagar a diária do hotel. Este amigo, segundo Virgílio, teria resolvido o “vexame”. O Senado foi quem arcou com as despesas da família de Virgílio. Aliás, o Senado também vinha bancando, até recentemente, as despesas da filha de Fernando Henrique Cardoso, Luciana Cardoso, que morava em São Paulo, mas estava lotada, desde 2003, no gabinete do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), em Brasília.
Nem a mulher do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) escapou da saraivada de acusações de malversação dos recursos públicos no Senado. Em aparte a Virgílio, Cristovam Buarque reclamou da informação divulgada pela imprensa de que sua esposa foi contratada pela liderança do PDT. Ele disse que não tinha rabo preso, defendeu a saída de Sarney do cargo, mas acabou confessando que a contratação irregular de sua mulher realmente ocorreu. “Mas durou poucos dias”, justificou. Segundo o senador, ao ser informada que sua contratação pelo Senado era irregular, a esposa pediu para ser devolvida para a origem.
Arthur Virgílio, sob o fogo das denúncias, também disse não concordar com a forma como o presidente da Casa está conduzindo a situação. Anunciou retaliações contra o presidente do Senado se as denúncias contra ele continuarem. Sarney rebateu dizendo que “ninguém será acobertado”.
SÉRGIO CRUZ - Joral Hora do Povo
Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM) foi o primeiro a sentir o “fogo amigo” da mídia que tanto acoberta a atuação dos tucanos. As notícias deram conta de que a mãe do senador teria recebido tratamento médico com despesas pagas pelos cofres do Senado. A revelação criou mal-estar entre os integrantes da casa e o tucano correu para a tribuna para dizer que estava sendo vítima de chantagem. Falou muito, acusou meio mundo, mas não explicou nada sobre o tratamento de sua progenitora. Aliás, não desmentiu a notícia. O máximo que conseguiu dizer é que isso era “informação” que foi vazada para a imprensa.
Mas o “fogo” não parou por aí. O tucano teve que explicar ainda a contratação do professor de jiu-jítsu, Oswaldo Alves, como funcionário de seu gabinete. Lá estava ele de novo na tribuna tentando justificar outra irregularidade. “Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa”, disse Virgílio. “É perfeitamente normal incluir em minha assessoria parlamentar um lutador de jiu-jítsu”, prosseguiu. “O professor Oswaldo Alves é uma das figuras mais respeitadas de Manaus, de interlocução com a juventude”, argumentou o senador tucano, sem negar que o contratou. Garantiu de pés juntos que Oswaldo não é seu “personal trainer” e que o lutador, apesar de contratado no seu gabinete, “presta seus serviços” muito longe dali. “No estado do Amazonas”, emendou.
Mas o pior ainda estava por vir. Outra “notícia” dava conta de que o mesmo senador Virgílio se valeu de um empréstimo do Senado da República para pagar sua hospedagem e de sua família num hotel em Paris, durante um passeio de férias realizado na Europa. O tucano tentou justificar dizendo que teve um problema com seu cartão de crédito e pediu a um amigo, que era funcionário do Senado, que o ajudasse para conseguir pagar a diária do hotel. Este amigo, segundo Virgílio, teria resolvido o “vexame”. O Senado foi quem arcou com as despesas da família de Virgílio. Aliás, o Senado também vinha bancando, até recentemente, as despesas da filha de Fernando Henrique Cardoso, Luciana Cardoso, que morava em São Paulo, mas estava lotada, desde 2003, no gabinete do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), em Brasília.
Nem a mulher do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) escapou da saraivada de acusações de malversação dos recursos públicos no Senado. Em aparte a Virgílio, Cristovam Buarque reclamou da informação divulgada pela imprensa de que sua esposa foi contratada pela liderança do PDT. Ele disse que não tinha rabo preso, defendeu a saída de Sarney do cargo, mas acabou confessando que a contratação irregular de sua mulher realmente ocorreu. “Mas durou poucos dias”, justificou. Segundo o senador, ao ser informada que sua contratação pelo Senado era irregular, a esposa pediu para ser devolvida para a origem.
Arthur Virgílio, sob o fogo das denúncias, também disse não concordar com a forma como o presidente da Casa está conduzindo a situação. Anunciou retaliações contra o presidente do Senado se as denúncias contra ele continuarem. Sarney rebateu dizendo que “ninguém será acobertado”.
SÉRGIO CRUZ - Joral Hora do Povo
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Jornal Hora do Povo publicou:
Segurança reage à queda de Serra na pesquisa com soco em repórter
O jornalista Sandro Villar, correspondente do jornal “Estado de S. Paulo” em Presidente Prudente, foi agredido com truculência por seguranças do governador de São Paulo, José Serra (PSDB/SP), na frente do governador, que ainda teria dito um palavrão impublicável. A reação explosiva ocorreu porque o repórter perguntou se Serra tinha se submetido a um cateterismo, realizado secretamente.
“Protestei e disse que nem na época da ditadura militar fui tratado com tanta truculência. Já que o Serra fugiu das perguntas, digamos, políticas, abordei o Barradas (secretário de saúde de Serra), que, como expliquei, foi lacônico. Eu queria que o Serra confirmasse ou não o procedimento. Apenas isso. Ele poderia desmentir os rumores (teve colunista que falou do cateterismo)”, relatou o jornalista ao blog Viomundo, de Luiz Carlos Azenha.
Sem dúvida, para que tanto nervosismo? Seria o fato de que as últimas pesquisas divulgadas mostraram uma queda nos índices do governador? A mais recente - a do CNT-Sensus - mostra que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) cresceu 7,5 pontos e José Serra caiu 4,6 pontos na corrida presidencial para 2010.
No Estadão, a agressão sofrida por Villar foi tratada com discrição, como nota no final da matéria que noticiou a visita de Serra à cidade do oeste paulista. Segundo o jornal, a entrevista coletiva foi tumultuada e a segurança “reprimiu os jornalistas com certa dose de truculência”. Na matéria, a irritação do governador é atribuída a uma pergunta sobre a eventual dobradinha com Aécio Neves na eleição presidencial.
Sobre os rumores de que José Serra teria feito o cateterismo, o Estadão diz que a pergunta fora endereçada ao secretário da Saúde, Luis Roberto Barradas, que deu uma resposta lacônica: “Imagina! Nada disso! É desnecessário”.
O jornalista Sandro Villar, correspondente do jornal “Estado de S. Paulo” em Presidente Prudente, foi agredido com truculência por seguranças do governador de São Paulo, José Serra (PSDB/SP), na frente do governador, que ainda teria dito um palavrão impublicável. A reação explosiva ocorreu porque o repórter perguntou se Serra tinha se submetido a um cateterismo, realizado secretamente.
“Protestei e disse que nem na época da ditadura militar fui tratado com tanta truculência. Já que o Serra fugiu das perguntas, digamos, políticas, abordei o Barradas (secretário de saúde de Serra), que, como expliquei, foi lacônico. Eu queria que o Serra confirmasse ou não o procedimento. Apenas isso. Ele poderia desmentir os rumores (teve colunista que falou do cateterismo)”, relatou o jornalista ao blog Viomundo, de Luiz Carlos Azenha.
Sem dúvida, para que tanto nervosismo? Seria o fato de que as últimas pesquisas divulgadas mostraram uma queda nos índices do governador? A mais recente - a do CNT-Sensus - mostra que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) cresceu 7,5 pontos e José Serra caiu 4,6 pontos na corrida presidencial para 2010.
No Estadão, a agressão sofrida por Villar foi tratada com discrição, como nota no final da matéria que noticiou a visita de Serra à cidade do oeste paulista. Segundo o jornal, a entrevista coletiva foi tumultuada e a segurança “reprimiu os jornalistas com certa dose de truculência”. Na matéria, a irritação do governador é atribuída a uma pergunta sobre a eventual dobradinha com Aécio Neves na eleição presidencial.
Sobre os rumores de que José Serra teria feito o cateterismo, o Estadão diz que a pergunta fora endereçada ao secretário da Saúde, Luis Roberto Barradas, que deu uma resposta lacônica: “Imagina! Nada disso! É desnecessário”.
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